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Os
portos e a confusão de objetivos
O
Estado de São Paulo - 17/12/2008
Benedicto
Fonseca Moreira
Presidente
da AEB
É conhecida a nossa capacidade de perder tempo,
energia e recursos com discussões em que o acessório
prevalece sobre o principal. No passado, enquanto se discutia
o aumento da tripulação nos navios mercantes brasileiros,
no exterior se promovia a sua redução pela introdução
de novas tecnologias e se ampliavam as frotas, tendo como resultado
o crescimento da marinha mercante mundial, gerando mais empregos.
A brasileira encolheu e foi sucateada, com perda de empregos,
e a cabotagem irá pelo mesmo caminho se o governo não
entender que merece tratamento particularizado, por sua importância
no comércio e no abastecimento inter-regional e pela base
de sustentação para o retorno à navegação
de longo curso.
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CCR,
mecanismo que viabiliza exportações
Gazeta
Mercantil - 16/12/2008
José
Augusto de Castro
Vice-Presidente
da AEB
Na longínqua década de 1960, comércio
exterior no Brasil era uma atividade restrita à exportação
de mercadorias como café, açúcar, minério,
etc., e à importação de petróleo,
máquinas, automóveis, etc. - época em que
os países da América do Sul estavam organizados
sob o manto da antiga Associação Latino-Americana
de Livre Comércio (Alalc), substituída pela atual
Associação Latino-Americana de Integração.(Aladi).
Apesar do pequeno volume de comércio entre os países
sul-americanos, a visão de longo prazo vigente naquela
época proporcionou a criação em 1965 do Convênio
de Créditos e Pagamentos Recíprocos (CCR), instrumento
de política de comércio exterior que permitiu ampliar
exportações e importações, promover
desenvolvimento econômico regional e, principalmente, oferecer
garantia de pagamento às exportações, mediante
compensação quadrimestral realizada no Banco Central
do Peru pelo banco central de cada país, envolvendo as
exportações e importações de bens
e serviços concretizados em cada período de quatro
meses.
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28º
ENAEX - Encontro Nacional de Comércio Exterior
A
modernização competitiva do comércio exterior
no contexto da abertura econômica e inserção
internacional: como evitar a vulnerabilidade externa e efeitos
de crises internacionais.
- 27 e 28 de novembro de 2008
- Centro de Convenções FIRJAN
- Rio de Janeiro - RJ
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Inserção
Internacional Inteligente para evitar a Vulnerabilidade Externa
Benedicto
Fonseca Moreira
Presidente
da AEB
- Texto elaborado para o Fórum Especial “Como
Ser o Melhor dos BRICs.”. Instituto Nacional de Altos Estudos
- INAE. Rio de Janeiro. setembro de 2008.
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Estratégia
Brasileira de Exportação
2008-2010
O MDIC divulgou em, 03/09, o documento “Estratégia
Brasileira de Exportação 2008-2010”, estudo
que tem o objetivo de ser um instrumento de ampliação
da competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional.
A Estratégia identificou cinco macro-objetivos para a ampliação
das exportações brasileiras de bens e serviços:
1. Aumento da competitividade da base exportadora brasileira
2. Agregação de valor às exportações
3. Aumento da base exportadora
4. Ampliação do acesso a mercados
5. Incremento das exportações de serviços
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informações na página do MDIC
- Íntegra
do documento
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Os
desafios do Brasil na exportação
Jornal
do Brasil - 31/08/2008
José
Augusto de Castro
Vice-Presidente
da AEB
Ao se analisar, sob o aspecto numérico, os dados
do comércio exterior brasileiro dos últimos anos,
a impressão é a melhor possível, não
apenas pelos seus robustos superávits comerciais, como
também pelos expressivos e contínuos crescimentos
nos montantes de exportação e importação.
Estes resultados foram obtidos tendo como base as seguintes realidades,
no que tange ao segmento de exportação:
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Revisão
da Balança Comercial para 2008
As projeções realizadas pela AEB têm
como base o cenário, presente e futuro, vigente na terceira
semana de julho de 2008. A forte volatilidade observada nas cotações
das commodities, em parte devido à especulação
que transforma commodities comerciais em ativos financeiros, aliada
à crescente inflação mundial, à possível
elevação das taxas de juros e à provável
redução do crescimento econômico mundial,
sujeitam estas previsões a eventuais alterações,
conforme a magnitude da mudança e de sua data.
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Política de comércio exterior: equívocos
e tendência de déficits em transações
correntes
Os déficits em Transações
Correntes e a política de comércio exterior (Parte
I)
Benedicto
Fonseca Moreira
Presidente
da AEB
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Dogmatização
do câmbio e exportações
O
Estado de São Paulo - 10/04/2008
Benedicto
Fonseca Moreira
Presidente
da AEB
O
que causa maior prejuízo ao País: a dogmatização
do câmbio, as greves dos auditores fiscais da Receita Federal
do Brasil ou a manutenção das “barreiras internas”
à produção e à exportação?
O câmbio depreciado prejudica a competitividade na exportação,
mas beneficia a importação de bens essenciais, necessários
ao crescimento econômico e ao reforço da oferta,
com efeitos sobre a inflação. As greves, entretanto,
prejudicam não apenas o comércio exterior, mas também
a receita do governo, o emprego, os investimentos, a política
de combate à inflação, a seriedade e a imagem
do País no exterior.
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Reforma Tributária
Senador
Francisco Dornelles apresentou, em 27/03, versão preliminar
de relatório com sugestões de mudanças
no sistema tributário brasileiro. O senador propõe
a criação do Imposto Nacional sobre Valor Adicionado
(IVA Nacional), nele incluindo o Imposto sobre Circulação
de Mercadorias e Serviços (ICMS). As receitas oriundas
do novo tributo serão partilhadas entre União,
estados e Distrito Federal.
O Senador lembra que uma empresa no Brasil gasta 2.600 horas
por ano para cumprir obrigações tributárias,
contra 200 horas/ano nos países desenvolvidos.
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no Jornal do Senado
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Apresentado
o Parecer do Relator, Dep. Leonardo Picciani (PMDB-RJ), Comissão
de Constituição e Justiça e de Cidadania
(CCJC), pela admissibilidade, com substitutivo.
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aqui e veja o Parecer |
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Simplificar
a burocracia no comércio
O
Estado de São Paulo - 06/02/2008
Benedicto
Fonseca Moreira
Presidente
da AEB
Em
dezembro passado, o Conselho de Ministros da Câmara de Comércio
Exterior baixou a Resolução nº 70, reafirmando
a competência, de fato e de direito, da Câmara de
Comércio Exterior (Camex) sobre matérias relevantes
relacionadas ao comércio exterior, ainda que consistam
em atos de outros órgãos federais, em especial propostas
de projetos de lei de iniciativa do Poder Executivo, de decreto
ou de portaria ministerial.
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